Imagem ilustrativa criada com Inteligência Artificial (ChatGPT/OpenAI).

Por Claudio Teixeira
Muitos não acreditavam no que acabou de acontecer. A maioria das pessoas já havia batido o martelo sobre os times que disputariam a final desta Copa: França e Argentina. Não é bem assim.
Quando comentava com amigos, antes do jogo, que eu acreditava na Espanha, a maioria achava que não seria possível. Copa do Mundo é meio traiçoeira. E esta, de 2026, nos trouxe muitas surpresas. Times grandes e clássicos voltando mais cedo para casa, e países sem muita tradição no futebol seguindo em frente. Pior aconteceu com a Itália, que sequer conseguiu se classificar para esta Copa.
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Imagem ilustrativa criada com Inteligência Artificial (ChatGPT/OpenAI).
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Desde o inicio da partida, antes mesmo de abrir o placar, a seleção espanhola vinha controlando o jogo, neutralizando bem o time francês. Parecia que sua equipe estava mais bem azeitada, superando o sabor da deliciosa manteiga francesa, jogando fácil e seus jogadores tabelando por Wi-Fi.
Ambas as equipes já tinham jogado seis partidas, sem terem ficado em desvantagem no placar, em nenhum momento. A França costumava jogar com domínio da partida, convidando seus adversários para seu campo, e em seguida explorava a velocidade de seus atacantes, invadindo o campo de seu adversário e aproveitando os espaços que se abriam nas costas da defesa oponente. Só que a Espanha não caiu nesse papo, foi para o ataque, fazendo “pimba na gorduchinha” por duas vezes. Peguei emprestado aqui o bordão do querido e inesquecível Osmar Santos, locutor esportivo brasileiro.
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Imagem ilustrativa criada com Inteligência Artificial (ChatGPT/OpenAI).
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Mas com o gol espanhol, de pênalti, marcado aos 22 minutos do primeiro tempo por Mikel Oyarzabal, a França viu-se obrigada a deixar sua tática de lado e partir para o ataque. Assim, seus jogadores passaram para o campo ofensivo e, é claro, tiveram que se expor mais. Ou seja, reagiram à Espanha, após tomar um gol.

Na segunda etapa, aos 58 minutos, depois de tabelar com Dani Olmo, Pedro Porro, já dentro da área, chutou para fazer seu gol, o segundo da Espanha, e sacramentar a classificação do time para a final da Copa. Agora, a Espanha, relaxada e feliz, vai apenas aguardar o resultado do confronto entre Argentina e Inglaterra.
Por se falar nisso, o portal Lance! informou que, nesta terça-feira (14), ao final da manhã do jogo entre França e Espanha, ainda era possível encontrar ingressos por cerca de R$ 6.700,00, em lugares distantes nas arquibancadas, mas com “visão clara”. Os ingressos mais caros saíam por R$ 19,8 mil.
Imagem ilustrativa criada com Inteligência Artificial (ChatGPT/OpenAI).
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No mesmo horário, e com 30 horas de antecedência ao jogo, o ingresso mais “barato”, para Inglaterra x Argentina, estava sendo comercializado a R$ 12,2 mil, e com o aviso de que talvez a visão não fosse das melhores. Mas era possível, também, adquirir bilhetes, com melhor visão, por R$ 37,7 mil. Gente, é muita vontade de jogar dinheiro fora para assistir ao vivo, mas desconfortavelmente, a um jogo de futebol, não é mesmo? O meu espaço em casa tem sido muito confortável, sem me preocupar com estacionamento, tomando minhas bebidas geladinhas, sem ser pertubado e com direito a “replay” na TV. Só assim consigo assimilar melhor os jogos e seus lances, e depois escrever essas bobagens que tenho mandado para vocês. Felizmente até agora não recebi nenhum pedido para retirada de alguém da lista. Eh, eh!
Bem, gente, é isso. Espero que após o confronto entre Argentina e Inglaterra, eu possa ir a algum Pub saborear um caneco de cerveja escura. Vamos ver.
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Por Claudio Teixeira






























