Crédito da imagem: ChatGPT/OpenAI (IA)

Por Claudio Teixeira.
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O período da Era Viking iniciou-se com o brutal ataque ao mosteiro de Lindisfarne, na Inglaterra, ocorrido em 8 de junho de 793, o que resultou na destruição do templo, roubo de relíquias e morte ou escravidão de monges.
Além dos ataques e piratarias, os Vikings também fundaram rotas de comércio, reinos e assentamentos, em locais como as Ilhas Britânicas, França, Islândia, Groenlândia e até no atual Canadá. Os Vikings (termo que se referia originalmente a uma atividade como pirataria) não eram um único povo, mas sim marinheiros, comerciantes e guerreiros escandinavos (das atuais Noruega, Suécia e Dinamarca), que participavam de expedições marítimas. Eles também eram, em sua maioria, agricultores e artesãos em suas terras de origem. Hoje em dia, eles são, também, jogadores de futebol. Apesar de hoje em dia não costumarem mais a fazer ataques e saques físicos a outros países, os Vikings (mais especificamente aqueles originários da Noruega), continuam a fazer estragos em alguns países. O Brasil, recentemente, foi uma de suas vítimas.
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Nesse sentido, após saquearem milhões de corações brasileiros, tentaram fazer a mesma coisa com corações ingleses. Só que desta vez, suas embarcações bateram de frente com a esquadra inglesa, e o saque sentimental planejado acabou naufragando e foi pro fundo do mar.
Era óbvio que todos apostavam na vitória da Noruega, no embate que seria travado com o time da Inglaterra. Mas copa do mundo é assim mesmo. Ou melhor, futebol é assim em todos os países e em todos os torneios. O jogo só termina quando acaba. Se não fosse assim, por que seria necessário jogar as partidas?
Bem, o jogo foi bastante duro para a Inglaterra. A Noruega abriu o placar aos 36 minutos. Schjelderup, camisa 21, na ponta direita, puxou a bola para o fundo e, tive a impressão, que tentava fazer um cruzamento. Mas a gorduchinha foi direto no ângulo oposto do goleiro da Inglaterra, o Pickford, e entrou. O time da Inglaterra ficou pedindo falta em Kane, na origem da jogada, mas o árbitro francês nem deu bola, ou melhor dizendo (pra não confundir as coisas), nem se importou com o pedido da Inglaterra.
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Crédito sobre as duas imagens: ChatGPT/OpenAI (IA)
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Pera aê! Árbitro francês? Tem certeza? Mas foi isso mesmo. Não estou insinuando nenhuma tendência, mas achei bastante estranho a FIFA escalar justamente uma arbitragem francesa para esse confronto. Afinal, a França, como todos sabiam no dia deste jogo, já estava classificada para a semifinal do torneio. E fica aí uma situação um pouco constrangedora e conflitante. Caso a França vença a Espanha na semifinal, a previsão é de que vá enfrentar, na final, o vencedor do jogo da outra semifinal, que será entre Argentina X Inglaterra. Mas enquanto isso, durante a fase de quartas de final, fica a pergunta: caso venha a passar para a final, será que o time da França preferiria, eventualmente, enfrentar Noruega ou Inglaterra? Por isso não acho ter sido conveniente terem escalado uma arbitragem francesa, para o confronto entre estes dois últimos países mencionados. Bom, mas vamos em frente.
A Inglaterra empatou nos acréscimos. Anderson e Gordon fizeram boa jogada pela ponta esquerda, e o camisa 18 achou um passe pelo meio para Bellingham, quem dominou a bola já driblando, levou-a para a perna esquerda, dentro da área, e bateu cruzado. A gorduchinha foi parar lá no fundo da rede.
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Aos dois minutos da prorrogação, a Inglaterra virou o jogo. Rogers arriscou de longe, e Nyland, o goleiro da Noruega, espalmou para o meio da área. Bellingham pegou o rebote e marcou novamente para a Inglaterra.
Nove minutos depois, a Inglaterra teve um pênalti revertido. Spence, que vinha pela esquerda, infiltrou-se driblando para o meio da área e caiu. O árbitro assinalou pênalti, mas o VAR entrou em ação e a penalidade foi anulada. Segundo a arbitragem, Spence teria colocado a perna em frente ao jogador norueguês e provocado o contato faltoso. Mas eu acho que o pênalti existiu, sim. Bem, apito final e placar de 2 X 1 pra Inglaterra.
A Noruega fez uma grande copa. Comentam que esta foi sua melhor campanha em Copas. Seu melhor resultado tinha sido em 1998, na França, quando chegou às oitavas de final. E quem esperava ver os jogadores noruegueses usando o famoso chapéu ou capacete com chifres se decepcionou, porque eles são um mito histórico. Com caras tristes, sim. Não vi, desta vez, os sorrisos largos em seus rostos. Mas segundo pude apurar, os guerreiros nórdicos reais nunca usaram capacetes com chifres em batalhas, pois os chifres eram pouco práticos e perigosos. Essa imagem teria sido inventada no século XIX por artistas, nas óperas de Richard Wagner.
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Crédito sobre as duas imagens: ChatGPT/OpenAI (IA)
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Já a Inglaterra, vai à sua quarta semifinal, na busca de seu segundo título mundial. A única taça conquistada foi em 1966, há 60 anos. Em seu próximo jogo, enfrentará a Argentina, que após ganhar de 3×1 da Suíça, conquistou a quarta e última vaga da fase semifinal.
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Por Claudio Teixeira.






























