Crédito da imagem: Sergio Lima. Imagem ilustrativa criada com Inteligência Artificial (ChatGPT/OpenAI).
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Claudio Teixeira
O English Muffin é um tipo de pão inglês, originalmente parecido com um comum pão de forma fatiado. Com o passar do tempo, um padeiro inglês, residente nos EUA, resolveu modificar seu formato para um pãozinho redondo, achatado e macio. Assim, passou a ser tostado e consumido com manteiga, ou com mel ou com geleias. Pode ser também usado em sanduíches de café da manhã com ovos Benedict. E acho que é assim que os franceses, com muito mal humor, comerão seus pães no café da manhã deste domingo, 19.

O jogo entre a Inglaterra e a França desenrolou-se, pelo menos de meu ponto de vista, de uma forma inesperada. Um placar fácil e elástico para a Inglaterra ainda no primeiro tempo. Quem diria?
Logo aos dois minutos, de fora da área, Declan Rice chutou cruzado, no canto esquerdo do goleiro francês Mike Maignan, abrindo o placar para a Inglaterra. Aos dezoito minutos, em cobrança de escanteio, veio o segundo gol da Inglaterra, marcado por Ezri Konsa, que desviou a bola para o fundo da rede, ampliando o placar para 2×0.
Embora perdendo naquela altura, a França fazia seus lançamentos em contra-ataque, com jogadas pela direita e pelo meio da área inglesa. As duas equipes tiveram diversas chances de marcar gols e mais gols. Ambos os goleiros tiveram que trabalhar bastante e suar suas camisas.
Mas a esquadra inglesa continuava atacando é, aos trinta e seis minutos, num contra-ataque fulminante, a Inglaterra ampliou novamente o placar. Marcus Rashford invadiu a área francesa com liberdade pela esquerda e finalizou em cima do goleiro Mike Maignan. A bola voltou, Rashford ficou com a sobra, deu o passe para Bukayo Saka, que a mandou para o fundo da rede.
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Crédito da imagem: Sergio Lima. As duas imagens ilustrativas foram criadas com Inteligência Artificial (ChatGPT/OpenAI
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França que já vinha meio perdida, passeando dentro do campo, depois do terceiro gol ficou meio abobalhada. Ainda assim tomou iniciativas para tentar diminuir a desvantagem. O árbitro indicou mais quatro minutos de jogo, e aos 46 minutos, a França, que tentava reagir, acabou tomando mais um gol, o quarto, marcado novamente por Bukayo Saka, que avançou pela intermediária, finalizou rasteiro e a bola foi morrer no fundo da rede da França. A Inglaterra estava completamente à vontade, e parecia que estava apenas treinando seu time. Fim do primeiro tempo.
Ao começar o segundo tempo, a França resolveu declarar que não iria entregar o ouro tão facilmente. Ah, isso ela não iria fazer. E assim, aos dois minutos, Michael Olise entrou pela direita, deu um perfeito passe para Mbappé dentro da área, e o camisa 10 mandou a bola para o fundo da rede, diminuindo para a França.

Oito minutos depois, Kylian Mbappé faz belo passe em profundidade para Bradley Barcola pela esquerda, e o camisa 12 entrou na área e finalizou para o fundo da rede.
Aos vinte e dois minutos, Kylian Mbappé faz bela tabela com Michael Olise dentro da área e finaliza, mais uma vez, para o fundo da rede. Inglaterra 4 X 3 França. Caramba! Que jogo mais doido, pensei. O segundo tempo do jogo vinha sendo controlado pela França, e aí foi a vez de a Inglaterra parecer abobalhada. Cheguei a pensar que a França iria empatar e, em seguida, virar o jogo, tal a inércia em que se encontrava o time da Inglaterra, em especial seus defensores, que deixavam a França invadir sua área com muita facilidade.
Mas eis que aos 39 minutos, Malo Gusto derrubou Djed Spence dentro da área. O árbitro venezuelano, Jesús Valenzuela, marcou penalidade máxima. Saka ajeitou a bola na marca do pênalti, tomou pouca distância da bola e a chutou no canto esquerdo do goleiro francês, que por sua vez pulou para o canto direito, em direção oposta. 5 X 3 para a Inglaterra. Que bom. Ainda bem que são os minutos finais. Acho que não tem mais perigo de a Inglaterra tomar uma virada, pensei.
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Bukayo Ayoyinka Temidayo Saka ( Saka fez 3 gols para a Inglaterra, e Bellingham fez 1)
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Crédito da imagem: https://pt.wikipedia.org/wiki/Bukayo_Saka – https://pt.wikipedia.org/wiki/Kylian_Mbapp%C3%A9
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Mas foi impressionante o que aconteceu em seguida. Michael Olise fez bela tabela com Ousmane Dembélé, dentro da área, e finalizou colocado. Uhhh. Frio na barriga. A bola passou à direita do gol. Ufa.
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Crédito da imagem: Sergio Lima. Imagem ilustrativa criada com Inteligência Artificial (ChatGPT/OpenAI).
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Mas não adiantou muito o alívio sentido. Aos cinquenta minutos, Dayot Upamecano fez bom passe para Ousmane Dembélé pela direita, o camisa 7 entrou na área e finalizou no cantinho, sem chances para Dean Henderson. A França acabara de marcar seu quarto gol. E agora? O que mais podia acontecer?
Dois minutos depois, Jude Bellingham arrancou do meio de campo, entrou na área francesa, driblou o goleiro e finalizou para o fundo da rede. Ah!!! Foi uma jogada sensacional, espetacular. Recordo que minutos antes, esse mesmo Bellingham, havia invadido a área francesa pela esquerda, podia ter chutado a bola em gol mas quis enfeitar demais. Conclusão: perdeu uma chance claríssima de gol, mas em compensação ganhou um belíssimo adjetivo meu.
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Crédito da imagem: Sergio Lima. Imagem ilustrativa criada com Inteligência Artificial (ChatGPT/OpenAI).
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Bem, final de jogo. Inglaterra 6 X 4 França. Acho que valeu. Foi um jogo movimentado, com emoções em todo o seu transcorrer. Acho que pelo que pude descrever acima, não foi difícil perceber para quem eu estava torcendo. Pena que não pude fazer isto pela decepcionante seleção canarinho. Mas o que não tem remédio, remediado está. E, neste caso, temos apenas que escolher um lado. E por se falar nisto, tomara que ao final do último jogo da Copa, eu possa comer uma paella. Mas se não for possível, que possa pelo menos comer camarão. Neste domingo, será muito bom evitar carne vermelha. Mas vamos em frente.
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Claudio Teixeira































