Endrick, Vinicius, Danilo e Neymar.

Por Sergio lima
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Na sequência, pelo que vi, na grande maioria dos jogos as seleções que mais me chamaram a atenção (e com as quais pude fazer comparações naturais), foram as de sempre. Algumas seleções de menor expressão, que constituem a grande maioria, entram em campo como se cada partida fosse de vida ou morte. Os jogos são corridos, e a vibração está lá em cima.
As grandes seleções, (como o Uruguai), tiveram, nesses primeiros jogos, atuações abaixo do esperado. Foi assim com a Espanha, em seu empate, e os primeiros tempos de França, Argentina e Holanda. Os azarões, que existem em todas as Copas, também se fizeram presentes, como o Cabo Verde, República Democrática do Congo, e outras seleções. Isso sempre acontece nos primeiros jogos; depois, cada equipe volta ao seu nível normal. São equipes fortes fisicamente, mas, na hora da verdade, acabam mostrando as mesmas limitações de sempre.
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Seleção de Cabo Verde

República Democrática do Congo
Fonte foto https://www.fifa.com/pt/tournaments/mens/worldcup/canadamexicousa2026/articles/rd-congo-copa-mundo-perfil-historia
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Ainda é cedo, mas já se pode observar que serão as mesmas seleções de sempre, as que passarão para a próxima fase.
No caso do Brasil, sinto que falta correr com coração. Gostaria de vê-los mais organizados taticamente, fortes, rápidos e decisivos, mostrando uma verdadeira cara de mau, e não com a passividade que, às vezes, parece dizer aos destemidos adversários: olha, se você deixar, eu vou fazer um gol, hein! Está me ouvindo?

Vejo todos com feições imutáveis, sem uma postura realmente decisiva e ofensiva, com exceção da agressividade positiva do Vinicius e do Endrick, que correm com velocidade, força e coração. Não gosto de ver corridinhas curtas e lentas, sem o propósito de matar a jogada, de finalizar, de fazer um, dois, três gols, e continuar com fome de marcar mais e mais.
Não vejo essa atitude na maioria dos demais jogadores do Brasil. Depois, ainda sou obrigado a desligar a televisão, para não ter que continuar a ouvir alguns narradores brasileiros, quase chegando às lágrimas, ao transmitir um gol de Messi. É incrível! Eles parecem mais argentinos, e muito mais empolgados e mais felizes, ao gritar o nome do excelente craque argentino.
O Mundial de 2026 ainda tem muita água para passar debaixo da ponte, e, oxalá, o Brasil encontre mais velocidade, coragem e determinação para enfrentar as próximas ondas, e não se afogar antes de atingir a areia quente e macia da praia.
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Por Sergio lima
Apoio Claudio Teixeira.
Fonte foto da Capa fthttps://pt.wikipedia.org/wiki/Vin%C3%ADcius_J%C3%BAnior#/media/Ficheiro:Vin%C3%ADcius_J%C3%BAnior_Brazil_V_Morocco_13_June_2026-207_(cropped).jpg






























